Plano de Lutas

Plano de lutas triênio 2014/2017 aprovado no XII CONSINTUFSC realizado nos dias 02, 03 e 04 de dezembro de 2014.

Eixo geral
• Fortalecer as lutas pela construção de uma Universidade Pública, Gratuita e de Qualidade para Todos, autônoma na forma da constituição;
• Fortalecer a luta contra o neoliberalismo em suas diversas facetas nos governos municipais, estaduais, federal e nas Universidades;
• Fortalecer a luta contra os ataques ao serviço público, à organização dos trabalhadores e suas entidades e qualquer tentativa de redução de direitos;
• Fortalecer a luta, local e nacionalmente, pela oficialização da jornada de 30 horas semanais para todos os TAEs, sem redução de salário, com a ampliação do atendimento da universidade por no mínimo 12h ininterruptas;
• Empreender discussões sobre o registro de frequência e assiduidade dos trabalhadores técnico-administrativos em educação, considerando as especificidades e peculiaridades do trabalho realizado nas universidades;
• Contra o ponto Eletrônico e outras formas de controle discriminatórias nas Universidades Públicas;
• Manter postura crítica diante de qualquer governo e reitorias, seguindo os princípios da autonomia e independência que devem sempre caracterizar o movimento dos trabalhadores;
• Intensificar a defesa da democracia em todos os fóruns da Universidade, lutando pela paridade na composição dos colegiados;
• Lutar pela institucionalização da eleição, no mínimo paritária, para Reitor e Diretores de Centro;
• Lutar pelo fim de qualquer impedimento para que os TAEs acessem os editais de pesquisa e extensão, assim como participem, proponham e coordenem projetos de pesquisa e extensão na Universidade;
• Lutar contra a EBSERH – Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares e a favor de que o HU seja 100% SUS;
• Fortalecer a luta pelo SUS, totalmente público e gratuito, estatal e com qualidade socialmente referenciada;
• Lutar contra o projeto de Lei 92/2007, que pretende criar a Fundação Estatal de Direito Privado, para gerir os serviços públicos brasileiros, assim como lutar contra as OSs, OSCIPs e parcerias público-privadas, que vem sendo propostas para a gestão do Estado brasileiro;
• Fortalecer a luta contra as privatizações e a terceirização no serviço público;
• Lutar pela revisão do enquadramento dos Trabalhadores da UFSC no PCCTAE (lei 11.091/2005);
• Continuar defendendo o direito de greve como instrumento de lutas e conquistas;
• Lutar pela aprovação da PEC 257/97 que trata da ascensão funcional;
• Lutar por isonomia salarial e de benefícios entre os trabalhadores dos três Poderes;
• Defender a Universidade como instrumento de transformação social;
• Lutar pela anulação da Reforma da Previdência;
• Manter práticas de solidariedade classista e com os diversos movimentos sociais, buscando a unificação dos trabalhadores nas lutas;
• Lutar pela reposição das perdas salariais e demais direitos , contra medidas que precarizem o trabalho na universidade;
• Lutar contra toda forma de opressão e assédio moral e qualquer forma de perseguição política na universidade, consequência das lutas realizadas pela categoria;
• Exigir da administração da universidade e do governo federal a liberação de dirigentes sindicais, bem como liberdade de participação de todos os STAs em atividades sindicais durante a jornada de trabalho, sem reposição de horas ou qualquer tipo de punição;
• Buscar a articulação entre os trabalhadores dos diversos campi e colégios agrícolas com o Sindicato, além de construir uma agenda específica, política e social, de atuação junto a essas bases;
• Defender os aparatos de cultura e arte da universidade como espaços de ensino-pesquisa-extensão abertos a toda comunidade;
• Que qualquer mudança no status de órgão suplementar do museu (MArquE) seja precedido de amplo debate com toda a comunidade universitária;

Eixos Específicos

Formação e Políticas Sindicais

• Retomada das reuniões regulares dos GTs (Educação, Saúde, Segurança e Carreira), com chamada pública para reuniões;
• Constituir um programa de formação sindical dos trabalhadores da UFSC, buscando que a sua carga-horária seja contemplada para progressão funcional;
• Promover encontros/seminários e palestras que visem formar, informar e articular a categoria sobre temáticas emergentes e relevantes, como: aposentadoria e previdência (inicialmente FUNPRESP); assédio moral; democracia na universidade; desvio de função; inserção institucional dos TAEs com curso superior; inserção dos TAEs na pesquisa e extensão.
• Criar o Centro de Memória dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação da UFSC;
• Realizar debates sobre o combate ao racismo, homofobia e machismo, com vistas na organização dos Grupos de Trabalho de Combate ao Racismo, LGBT e de Mulheres no SINTUFSC;

Administração e Gestão Financeira

• Ampliar e intensificar a campanha de filiação;
• Continuar administrando os recursos financeiros dos trabalhadores com transparência e responsabilidade;
• Solucionar definitivamente a situação do terreno do Pântano do Sul;
• Políticas de Esporte, Social e Cultural
• Aprimorar os eventos sociais como forma de ampliar da integração e a união dos trabalhadores, dentro e fora da UFSC, contribuindo para a ação sindical;
• Realizar, a exemplo dos festivais de futebol suíço, outras atividades esportivas de interesse dos filiados;
• Continuar realizando confraternizações em datas significativas para a categoria;
• Promover ações visando a integração entre os trabalhadores, de um modo geral, assim como entre os recém-nomeados com os colegas mais antigos;

Política de Comunicação

• Aperfeiçoar a comunicação do sindicato com os filiados utilizando as redes sociais;
• Criar condições para ocupar espaço na TV UFSC;
• Criar uma WebTV do SINTUFSC, através de vídeos postados no Youtube, divulgando ações, eventos e campanhas voltados para a categoria e a comunidade universitária;
• Fortalecer a comunicação sindical e popular de caráter contra-hegemônico; Aposentados e Pensionistas e Assuntos de Previdência
• Lutar para garantir o direito dos aposentados e pensionistas de participarem no processo de eleição para Reitor e Vice–Reitor;
• Lutar Contra o Funpresp e pela garantia de uma previdência pública, estatal e que cumpra seu papel como direito do trabalhador;
• Continuar na luta pelo reposicionamento dos aposentados;
• Lutar pela aprovação da PEC 555;
• Lutar pela manutenção da vinculação da folha de pagamento dos aposentados e pensionistas ao MEC;
• Lutar em defesa da paridade entre aposentados e ativos;

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Elza de Sousa

Elza de Sousa, 62 anos, é natural de Florianópolis e sempre viveu na ilha. Nascida na casa da mãe em uma época em que as parteiras eram mais atuan + Mais

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Roberta Moraes De Bem

Roberta Moraes De Bem, 26 anos, é bibliotecária, se formou na Udesc em 2005 e desde o dia 9 de setembro de 2008 trabalha como chefe de serviço de r + Mais
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