Nasareno Roberto D`Acampora Sucupira

nazarenoNasareno Roberto D`Acampora Sucupira, 63 anos de idade, é natural de Florianópolis. Nascido em 1950, em uma família grande, se criou no Jardim Atlântico, na parte continental da capital, onde mora até hoje com a mãe.
Teve uma infância boa, brincando de bola, soltando pipa com os 9 irmão e os primos. “Naquela época era tudo mato. Fazíamos muitas brincadeiras”. Estudou em vários colégios como Aderbal, José Boiteux, Irineu Borhausen e no colégio de Fátima.
Quando mais novo ajudava em casa na roça. Mais tarde trabalhou em uma agropecuária, no jornal Correio do Estreito vendendo assinaturas. Com 18 anos prestou serviço militar na base aérea.
Nasareno entrou na UFSC em agosto de 1976 através de concurso público. Foi nomeado como datilógrafo. “Antigamente tinha máquina de escrever. Mais tarde chegou uma máquina elétrica. Entrei no departamento de anatomia do CCB e estou lá até hoje”.
Depois de todos esses anos no mesmo setor Nasareno é muito querido pelos colegas. “Ajudei a colocar o telhado, a reformar o laboratório, fiz muitas coisas”. Ele conta que a universidade era bem diferente. “Era muito mato, mangue ali. Hoje cresceu muito”.
O crescimento da instituição foi benéfico, na opinião dele. “Para mim foi uma melhora pois as condições melhoraram. Agora tem estacionamento”. Em breve o departamento de anatomia, onde Nasareno está lotado, será transferido de local, ficando mais próximo da farmacologia.
O trabalhador conta que quando estrou na universidade para trabalhar se filiou ao sindicato, que naquela época era a associação dos servidores. “O presidente era o Luiz Prazeres. Era uma salinha pequena”, lembra. Nasareno sempre participou das atividades, frequentador assíduo das assembleias e ações das greves.
Quando não está trabalhando Nasareno gosta de jogar futebol. Desde a época de criança jogava nos times. “Jogava em uma equipe do Jardim Atlântico na juventude e uma vez enfrentamos a equipe do Figueirense. Nosso time tinha fama, estávamos invictos há muitos jogos. Perdemos do Figueira por dois a um. Isso foi em 1970”, conta saudosista.
O trabalhador gosta tanto de trabalhar na UFSC que mesmo depois de completar a idade para se aposentar ele permanece na ativa. “Estou pensando em ficar mais um pouco. Gosto de trabalhar aqui, tenho meus amigos, jogo o futebol de noite. É muito bom”.

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