06/05/2019

Entidades articulam luta unificada contra os cortes na Educação

Com objetivo de reforçar o poder de reação da Universidade contra o corte de verbas para a Educação anunciado pelo Governo Federal, a direção do SINTUFSC participou na manhã desta segunda-feira (6/5) de uma reunião na sede da Apfusc-Sindical, sindicato que representa os professores da instituição. A conversa girou em torno das estratégias da luta a ser travada em conjunto pelas entidades representativas de técnicos-administrativos, professores e estudantes, buscando os pontos de convergência em defesa da educação pública, gratuita e de qualidade oferecida pelas instituições de ensino em Santa Catarina. A reunião contou também com representantes do DCE (Diretório Central de Estudantes) e da APG (Associação dos Pós-Graduandos)  da UFSC.

Nos próximos dias as entidades estarão estruturando a agenda de atividades para a realização do dia de paralisação geral previsto para quarta-feira da próxima semana, 15 de maio. A data vem sendo chamada pelas entidades nacionais de defesa dos trabalhadores da Educação, com apoio das centrais sindicais para unificar a luta das categorias em defesa da Educação. Na quarta, dia 9, os técnico-administrativos da Universidade fazem assembleia geral na sede do sindicato para decidir sobre a adesão ou não à paralisação.

Durante a reunião, coordenador geral do SINTUFSC, Celso Ramos Martins, fez um relato das iniciativas da direção do sindicato para mobilizar a categoria em torno das lutas em defesa da Educação e dos direitos dos trabalhadores. O anunciado corte de 30% das verbas para as Universidades, que no caso da UFSC deve representar uma perda superior a R$ 46 milhões, é considerado pelos representantes das entidades como a justificativa para superar divergências históricas entre eles no sentido de mobilizar o maior número de pessoas para salvar a universidade pública dos ataques que vem sofrendo.

Segundo eles, é preciso conscientizar a sociedade sobre o papel desempenhado pela Universidade no desenvolvimento do País, reagindo contra a campanha que torna os trabalhadores do serviço público como os vilões responsáveis pela crise.

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