24/04/2019

Trabalhadores da universidade fazem ato em defesa da Educação

Durante ato realizado no hall da Reitoria da UFSC na tarde desta quarta-feira (24), os trabalhadores técnico-administrativos da universidade manifestaram sua preocupação com a aprovação preliminar do projeto de reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Celso Ramos Martins, da coordenação geral do SINTUFSC, entidade que convocou o ato dentro da programação do Dia Nacional em Defesa da Educação, lamentou a aprovação do projeto, que também vai prejudicar trabalhadores da Educação. “Muitos deles que ganham pouco e que vão levar 40 anos para conquistarem o direito à aposentadoria. Aqui no Brasil, onde a maioria dos trabalhadores é explorada, querem fazer com que eles demorem ainda mais a se aposentar”, afirmou.

Celso fez uma fala abordando os pontos destacados pela Fasubra e demais entidades sindicais na defesa das instituições públicas de ensino do País, como a defesa da autonomia universitária, contra a reforma da Previdência, por reposição salarial para a categoria e contra a medida provisória 873, que ataca os sindicatos que fazem a defesa dos trabalhadores no Brasil. O coordenador observou que o sindicato vem encaminhando a orientações da Fasubra, tomando cuidado para organizar as atividades de acordo com o calendário nacional da entidade. “Nós fomos eleitos pelos filiados para dar a direção do movimento, e o que estamos fazendo é cumprir com nossa obrigação”, observou.

Disse que na próxima terça-feira, véspera do 1º de maio, Dia Internacional de Luta dos Trabalhadores, haverá um novo ato no hall  da Reitoria para reforçar os pontos já destacados na manifestação desta quarta-feira. O coordenador destacou os esforços que os integrantes da direção do sindicato fazem para poder atender as demandas da categoria que chegam cotidianamente. “Eu mesmo não tenho liberação sindical para poder ter dedicação total à entidade”, observou, sem deixar de criticar a decisão da ex-presidente Dilma Rousseff, que negou a liberação, mesmo sendo filiada a um partido do campo popular, contrariando orientação expressa da Organização Internacional do Trabalho (OIT) nesse sentido.

 

 

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