08/11/2018

Para preservar direitos, trabalhadores da UFSC defendem unidade da categoria

Em assembleia geral realizada na tarde desta quinta-feira (8/11), os trabalhadores técnico-administrativos em Educação da UFSC avaliaram a conjuntura que se avizinha com a posse em janeiro da equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Prevendo retirada de direitos históricos dos trabalhadores do setor público, principalmente os vinculados ao Poder Executivo, as falas dos oradores foram no sentido de superar as divergências porque a luta para enfrentar as reformas que vem pela frente  vão exigir unidade dos trabalhadores.

A assembleia foi realizada no auditório do SINTUFSC e aprovou a realização de um ato no dia 22 de novembro, quinta-feira, na tenda a ser montada em frente à Reitoria da UFSC.  A concentração está marcada para iniciar às 8 horas. A atividade faz parte do Dia Nacional de Luta, que inclui entre, outras bandeiras, a luta contra o racismo, a defesa da democracia e da autonomia das universidades, conforme indicação do calendário de lutas da Fasubra.

Um dos encaminhamento aprovados durante a assembleia foi a divulgação da cartilha com as conclusões da Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado Federal que analisou a situação da Previdência Social e concluiu que o propalado déficit não passa de uma falácia. A CPI da Previdência apurou que o problema maior é a má gestão da área, pois apenas as empresas privadas do País devem R$ 450 bilhões. Outra sangria são as manobras para desvincular os recursos e utilizá-los em outras áreas. A cartilha pode ser acessada clicando aqui para ser lida na íntegra. O relatório final com as conclusões do trabalho da Comissão pode ser lido acessando o link.

A assembleia recebeu também a denúncia trazida por um filiado sobre a ação truculenta de agentes da Polícia Militar na repressão a estudantes que estavam no interior do campus da Trindade na madrugada de sexta-feira (2/11). A direção vai encaminhar para a administração da Universidade uma solicitação das imagens das câmeras de segurança existentes no campus para se posicionar sobre o episódio. A mesa da assembleia foi dirigida por Celso Ramos Martins, Cláudio Roberto Silvano e Otávio Pereira, todos da Coordenação do SINTUFSC.

Outro encaminhamento aprovado foi a divulgação do trabalho elaborado pela Comissão Memória e Verdade da UFSC, construído a partir dos fatos levantados em documentos encontrados nos arquivos da própria Universidade, em arquivos do SNI e do DOPS, em jornais, artigos, livros e relatórios e em depoimentos de estudantes, professores e funcionários da UFSC na época no regime militar.

Os dois volumes do relatório final podem ser lidos clicando aqui

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