14/05/2018

Em assembleia, categoria questiona análise do estágio probatório

Em assembleia geral da categoria, realizada no auditório do sindicato na tarde desta segunda-feira (14/5), os trabalhadores técnico-administrativos em Educação da UFSC questionaram os critérios usados pela Universidade para elaborar os relatórios de avaliação no processo de estágio probatório dos servidores da Universidade. Eles manifestaram sua solidariedade a uma trabalhadora ameaçada de exoneração por ter sido reprovado seu relatório e aprovaram a formação de uma comissão de trabalhadores para acompanhar de perto o desfecho do processo. Juntamente com a direção do SINTUFSC, na tarde de quinta-feira os trabalhadores estarão em reunião com a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas para ouvir o que a administração central tem a dizer a respeito do caso. A mesa da assembleia foi dirigida por Celso Ramos Martins, Dilton Mota Rufino e João Batista da Silva, todos da coordenação do sindicato.

Os trabalhadores questionam a ausência de instâncias recursais para a categoria quanto às avaliações elaboradas pelas comissões de estágio. Sem possibilidade de recorrer, avaliam que o instrumento do estágio probatório acaba assumindo um caráter persecutório, permitindo seu uso como forma de intimidação e assédio ao trabalhador em processo de avaliação. Após ouvirem a trabalhadora, os presentes aprovaram uma moção de solidariedade (clique aqui e leia na íntegra) e também um requerimento para que seja cumprida pela administração central a integralidade dos dispositivos legais que regulamentam o estágio probatório. Por último aprovaram o envio de um pedido de esclarecimentos públicos quanto à metodologia utilizada para as notas. Atualmente cerca de 500 trabalhadores técnicos da UFSC estão nesta fase da carreira.

No início da assembleia as delegadas à XXIII edição do Confasubra, congresso da Fasubra realizado na semana passada em Poços de Caldas (MG), fizeram um relato da participação dos representantes dos catarinenses no evento sindical. Também foi aprovado um encaminhamento no sentido de apoiar a coleta de assinaturas a um projeto de lei de iniciativa popular contra a utilização de Organização Social (OS) nos serviços públicos da Capital, motivo da greve dos trabalhadores da Prefeitura de Florianópolis encerrada na semana passada. Os trabalhadores também aprovaram as linhas gerais de uma moção de solidariedade aos integrantes dos movimentos populares envolvidos na ocupação Fabiano de Cristo, junto ao bairro Monte Cristo, na Capital, que lutam por moradia para a população de baixa renda em Florianópolis.

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