11/09/2017

Em assembleia, trabalhadores decidem parar na quinta-feira

Em assembleia geral realizada na tarde desta segunda-feira (11) na sede do SINTUFSC, seguindo orientação da Fasubra – Federação dos sindicatos de trabalhadores das universidades públicas do Brasil, os trabalhadores da UFSC aprovaram a adesão ao Dia Nacional de Paralisação e Lutas contra os ataques do Governo Temer, a ser realizado na quinta-feira, 14 de setembro, com concentração a partir das oito da manhã no hall da Reitoria.

Nesta terça-feira (12) pela manhã representantes da coordenação sindical vão estar no hall da Reitoria para uma passagem nos setores e distribuição de material aos trabalhadores com vistas a mobilizar a categoria para a paralisação das atividades na quinta. A mesa da coordenação da assembleia foi formada por Celso Ramos Martins, Dilton Mota Rufino e Teresinha Ceccato, todos da direção.

Durante a assembleia, a categoria discutiu diversos pontos de pauta, aprovando uma nota de solidariedade a trabalhadores da Universidade que estão sendo criminalizados por sua militância no episódio que ficou conhecido como o Levante do Bosque, ocorrido em 2014,  (clique aqui e confira a íntegra da nota). Também foi aprovada uma outra nota de solidariedade aos trabalhadores do Instituto Federal Catarinense (IFC) de Abelardo Luz, também alvo de medidas judiciais (clique aqui e confira a íntegra da nota).

Representantes do Fórum de Estudantes Negros da UFSC estiveram na assembleia e criticaram as alterações na política de ações afirmativas no âmbito da Universidade. De acordo com Lucas Ferreira, um dos estudantes presentes, as mudanças foram aprovadas em reunião do Conselho Universitário (CUn) realizada em Joinville. “Vamos organizar uma resistência a estas mudanças, com uma abertura de diálogo”, disse.

Cláudio Del Prá Netto, diretor do Sinjusc – Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Estadual de SC, esteve na assembleia convidando a categoria a integrar uma rede de defesa dos direitos humanos, em fase de construção para evidenciar a violência contra jovens de periferia. Segundo ele, a estatística aponta que 101 jovens já foram mortos nos morros da Capital.

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