28/03/2017

Trabalhadores debatem sobre retrocessos diante das reformas

Na manhã desta terça-feira (28/03) os trabalhadores técnico-administrativos da UFSC realizaram uma assembleia geral da categoria, seguida de um debate sobre as consequências desastrosas para a classe trabalhadora das reformas que estão sendo implementadas no Brasil. As atividades fazem parte do dia de paralisação em protesto contra as reformas da Previdência e Trabalhista e a retirada de direitos. Durante a assembleia a categoria aprovou a participação no calendário de lutas da Fasubra e do Fórum Catarinense em Defesa dos Direitos. O encaminhamento aprovado pela assembleia foi o de acompanhar e ajudar a construir a agenda de lutas propostas pela Fasubra, pelo Fórum em Defesa dos Direitos, Frente povo sem medo; Frente Brasil Popular e Centrais Sindicais, na construção de atos unificados.

O palestrante foi o assessor econômico da Federação dos Trabalhadores do Comércio do Estado de Santa Catarina (Fecesc), Maurício Mulinari, que fez uma detalhada explanação dos malefícios que a reforma da Previdência vai causar tanto aos trabalhadores do setor privado quanto aos funcionários públicos do País. Maurício destacou que a luta não deve se resumir a manifestações nas ruas, mas sim no fortalecimento da ação das entidades sindicais comprometidas com a classe trabalhadora.

Segundo o palestrante, se a esquerda insistir em não ocupar espaços, com esse vácuo político o cenário pode ficar ainda mais sombrio com o cenário favorável ao surgimento de condições para radicais de orientação facista ocuparem espaços. Maurício citou como exemplo que, embora as manifestações tenham sido fortes contra a PEC 55 no ano passado, o poder econômico do capital, bem organizado no Congresso Nacional, aprovou sua agenda com tranquilidade.

À tarde os trabalhadores seguiram para as manifestações no centro de Florianópolis organizadas pelas demais entidades que fazem parte do Fórum Catarinense em Defesa dos Direitos.

Confira as imagens:

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