Atayde Ratti

JpegAtayde Antônio Ratti, este trabalhador da UFSC de 58 anos é formado em Agronomia na própria universidade em 1987, de onde saiu para seu primeiro emprego como professor ACT na rede estadual dando aula de ciências para crianças do ensino fundamental em uma escola em Forquilhinhas, bairro de São José, na Grande Florianópolis. Dali ele tomou o rumo do Paraná, onde passou seis meses trabalhando como engenheiro agrônomo na Cooperativa Agropecuária Mista de Guarapuava (Coamig) até que o destino o trouxesse de volta à Capital.

Atayde é Técnico-Administrativo em Educação na Universidade desde 1989, lotado como técnico em agropecuária junto ao Centro de Ciências Agrárias (CCA), no bairro do Itacorubi, em Florianópolis. Morador nas redondezas, ele costuma vir a pé para o trabalho, onde cuida dos detalhes para que os alunos que fazem aulas no Laboratório de Plantas de Lavoura possam aprender o manejo de culturas como arroz, soja e milho. Cerca de 80 alunos passam pelo laboratório a cada semestre em duas disciplinas e Atayde também se ocupa dos canteiros onde são realizadas as culturas.

A vinculação com a terra vem da infância, pois o pai dele foi agricultor a vida toda. Dos três aos dez anos ele ficou em Itapoá e depois foi passar uma temporada em Joaçaba para continuar os estudos morando na casa da avó. “Lá eu tinha meus tios e o restante da família”, lembra ele sobre os oito anos que passou no Meio Oeste catarinense estudando. Assim que concluiu o ensino fundamental foi para Concórdia estudar na Escola Agrotécnica Federal, onde terminou o estudo técnico que selou sua ligação com a agricultura e sedimentou seu futuro profissional.  

Casado com a servidora pública estadual Maria Aparecida Lehmkul, que trabalha como consultora educacional na Secretaria Estadual da Educação, eles não têm filhos e costumam curtir as horas de lazer juntos ouvindo música e fazendo passeios com visitas às praias do litoral de Santa Catarina. Uma de suas preferidas para fazer caminhadas é a praia da Daniela, local de águas calmas no Norte da Ilha. Nas férias de verão gosta de alugar uma casa de temporada nas praias de Imbituba.

O pai dele, Jandir Antônio Ratti era gaúcho de Erechim, neto de italianos, e a mãe, dona Oneide Baggio, catarinense de Joaçaba e também descendente de italianos. Atayde conta que o casal tinha uma pequena propriedade rural em que plantava trigo mas não conseguia sustentar a família. Quando Atayde estava com três anos a família foi morar em Itapoá, próximo da área em que hoje está o porto da cidade do litoral norte.

Atayde formou-se aos 30 anos porque teve que voltar por um período a Itapoá para cuidar da mãe e do restante da família após a morte do pai em 1981, quando estava na segunda fase da graduação em Agronomia. Irmão mais velho, à época estava com 23 anos e tinha outros cinco irmãos mais novos.

Quando estava no Paraná depois de graduado Atayde recebeu um convite para trabalhar num projeto de pesquisa em Florianópolis recebendo uma bolsa de especialização com duração de três anos. Foi a oportunidade de retornar à Capital até obter aprovação no concurso público que o efetivou na carreira. Considera-se realizado e já pensa na aposentadoria a partir do ano que vem, fazendo planos para juntar-se aos irmãos num empreendimento agrícola na propriedade rural da família em Itapoá.

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