Antônio Carlos dos Passos

antonioNascido em Florianópolis, no bairro Agronômica, Antônio Carlos dos Passos, mais conhecido pelos colegas como Toninho da Viola. Cresceu na Ilha de Santa Catarina fazendo diversos trabalhos e, em 1976, iniciou sua vida como trabalhador da UFSC.
Fez o concurso e foi contratado como auxiliar de serviços gerais atuando no CFH. “Naquele tempo chamavam de servente. Fizemos os testes que tínhamos que fazer. Queriam saber se a gente sabia limpar um vidro, limpar um banheiro”, relembra Toninho que passou por dificuldades naquela época. “Ninguém queria trabalhar na universidade porque o salário era muito baixo. Tinha dias que não tínhamos dinheiro para almoçar”.
Antônio trabalhou nessa função até 1982 quando decidiu que deveria mudar. “Voltei a estudar. Resolvi que não ficaria mais com aquela vassoura na mão”. Mas ele conta que não tinha vergonha do trabalho que fazia. “Naquela época chamávamos a vassoura de caneta. Não tinha vergonha dela, do jaleco. Tinha prazer de trabalhar com aquilo. Trabalhava com amor e carinho”.
Depois do concurso em 82, Antonio foi trabalhar no Departamento de Administração Escolar, o DAE, onde está até hoje. “Aqui tem muito trabalho o que desgasta as pessoas mas eu gosto muito de trabalhar na universidade”, conta. “Eu queria morrer trabalhando aqui na UFSC mas hoje a minha vontade é de me aposentar”, confessa demonstrando cansaço.
Toninho conta algumas histórias da dedicação dos servidores no DAE. “Muitas vezes saímos depois do horário para atender os estudantes e outras pessoas que precisam dos nossos serviços”, ressalta.
Nestes mais de trinta anos em que está na UFSC, Antônio viu muitas mudanças. “A universidade cresceu muito. Hoje ainda me surpreendo com prédios novos sendo construídos quando vou a outros setores”.
O que enche de alegria a vida de Toninho é a música. Desliza seus dedos pelo violão com autoridade e maestria e também cavaquinho, bandolin e contra-baixo. “Tive a felicidade de tocar como meu querido amigo Luis Henrique, Mazinho do Trambone, o pessoal da velha guarda”.
Foi integrante do famoso grupo Samba Sete. “Tocávamos na noite, abrimos shows de grandes sambistas que vieram se apresentar em Florianópolis. Também tocamos no exterior como Argentina, Uruguai, Chile. Hoje reunimos os amigos e tocamos em alguns bares e festas”.

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