Abílio Neves de Anselmo

abilioAbílio Neves de Anselmo, nasceu em Florianópolis em uma época onde a capital era mais tranquila e simples. Cresceu no bairro Pantanal, ao lado da universidade. “Na minha infância conheci o centro antes do fazerem o aterro, ali na Miramar, onde hoje é o terminal de ônibus. Brincava, caçava passarinho, pescava com meus pais que são do Morro das Pedras (sul da ilha)”. Estudou na escola onde hoje é o Departamento de Administração Escolar (DAE) e depois foi para a Trindade, na escola José Simões Regis, onde completou o ensino médio. A família de Abílio residiu na casa onde hoje abriga o museu da universidade. “Na época nós morávamos no andar de cima e embaixo era uma estrebaria onde cuidávamos dos animais. Morei ali até os 5 anos de idade”, lembra. O trabalhador viu a universidade crescer. “Nessa época havia somente o prédio do CCE, que foi o primeiro”, conta. “Hoje vejo a universidade com esse tanto de gente, alunos, funcionários. É bom para a comunidade, para as pessoas que não são de Florianópolis e para mim também”, comenta. Abílio começou a trabalhar na UFSC em março de 1982 como trabalhador de serviços gerais na Serlim (serviço de limpeza). Nessa época não havia concurso. “Depois de 5 anos fizemos uma prova”. Depois que a Serlim acabou foi trabalhar no centro de esportes (CDS). No início dos anos de 1990, o trabalhador foi convidado a ir para a imprensa universitária onde está até hoje. “Trabalhar na gráfica pra mim foi muito bom porque aprendi muita coisa. Coisas que eu não imaginava que tinha em uma gráfica, a mexer em uma máquina. Graças a um amigo meu que hoje está aposentado, o Seu Aldo, devo muito a ele”. Quando Abílio foi para a gráfica, havia cerca de 60 pessoas trabalhando no setor. Segundo ele, o maquinário mudou pouco desde a época que entrou. “Só o off-set foi alterado”, conta. Os materiais que são feitos não são os mesmos. “Os livros da editora continuamos fazendo. Hoje não fazemos os cartazes. Usávamos muito os “tipos” hoje é no off-set”, explica. A informática mudou os serviços mas Abílio gosta do trabalho manual. “Não deixamos de usar as máquinas antigas”. O trabalhador é casado há 27 anos e tem um casal de filhos. Desde que iniciou na universidade Abílio se filiou ao sindicato. “Eu não posso reclamar de nada. O sindicato é bom”. Conta que o futebol é a principal atividade que participa. “Três vezes por semana estamos lá batendo uma bolinha”. “As pessoas que estão à frente do sindicato agora estão de parabéns”, completa. Para o futuro o trabalhador tem planos de se aposentar com saúde. “Faltam cinco anos para me aposentar. Poderia continuar estudando mas já sofri tanto na vida quando era novo que o que eu fiz até agora está bom demais.” .

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