As pioneiras no NDI

ndiDalanea Cristina Flor, 36 anos, é formada em pedagogia, possui graduação e mestrado pela UFSC. Trabalhava na escola do Hospital Universitário e fez o concurso para buscar estabilidade na profissão e acredita que dentro da universidade tem melhores condições de continuar sua capacitação. “Aqui é um espaço privilegiado que gosto de estar”, explica Dalanea. Solteira e natural de Lauro Muller, mora há mais de 20 anos na capital e hoje reside no bairro do Córrego Grande. Ela participa de dois grupos de pesquisa na área pedagógica que estão sempre discutindo a educação.

Isabel Cristina da Rosa, 26 anos, fez o curso de pedagogia na UFSC realizando o estágio no Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI). Estava trabalhando na rede municipal de ensino da capital quando ficou sabendo do concurso da universidade e apostou que seria a oportunidade de atuar profissionalmente no local onde fez estágio. “No primeiro dia fiz a inscrição. Depois que eu vi que era para um cargo técnico eu desanimei um pouco, mas estou aprendendo a gostar desta função”, relata Isabel, que é natural de Florianópolis, solteira e moradora do Kobrasol, em São José.

Rute da Silva, 29 anos, fez graduação e mestrado na UFSC na área de pedagogia e quando soube do concurso, viu nele uma oportunidade de continuar atuando na universidade. Casada e moradora de São José, ela conta que o empenho foi grande para passar. “Estudei bastante e foi uma grande alegria quando fiquei sabendo do resultado”, conta a funcionária que desde da infância estuda na capital. Durante a graduação foi bolsista de iniciação científica (PIBIC).

As três pedagogas trabalham no NDI e todas optaram em fazer o concurso pela estabilidade profissional, pelo salário e pela oportunidade que a universidade oferece de continuar se capacitando. Rute e Dalanea visam o doutorado enquanto Isabel vê no mestrado a chance de se aperfeiçoar e crescer na profissão.

A função em que elas estão atuando no NDI não existia anteriormente. As três são as primeiras coordenadoras pedagógicas do setor. Dentre outras coisas, elas são responsáveis pela articulação do projeto político-pedagógico, contribuem com o processo de formação dos profissionais fazendo o acompanhamento dos bolsistas e docentes, seleção dos materiais pedagógicos adequados às crianças. “Somos as pioneiras no NDI”, explica Rute.

Elas pensam em ampliar a participação no Sintufsc. De acordo com elas, as pessoas devem ser sujeitos de suas histórias, participando das discussões políticas. “A qualificação da educação passa pela valorização dos profissionais que nela atuam”, ressalta Rute. Quando assumiram a função dentro do setor, elas procuraram o sindicato para orientações gerais e foram bem acolhidas. “Um dos diretores veio aqui conversar com a gente, esclareceu nossos direitos e deveres”, conta Rute, em breve gostaria de participar da direção da entidade.

Eu sou a UFSC

clausio

Clausio Nei Silva

Clausio Nei Silva, 46, é natural de Florianópolis, nascido no continente. Estudou no ensino normal e em escola pública. Fez graduação em universi + Mais

Vida nova na UFSC

everson

Everson Antunes Costa

Everson Antunes Costa, 36 anos, é natural de Criciúma, no sul do Estado. Estudou na escola Técnica e se formou em técnico em eletrônica. Escolheu + Mais
Sintufsc

sintufsc © todos os direitos reservados

Siga-nos:
Agência WEBi