Jackson Bunn

jacksonJackson Bunn é natural de Florianópolis mas sempre viveu na vizinha São José. Filho de funcionária pública e de empresário teve uma infância simples e tranquila. “Não sou de nenhuma família abastada mas sempre estudei em escola pública”, conta. Mais tarde, na adolescência, estudou mecânica e telecomunicações na Escola Técnica, hoje IFSC.
Trabalhou em empresas do ramo de indústria mecânica e fundição. Depois, influenciado pelo tempo em que trabalhou junto a arquitetos na construção de uma nova fábrica, prestou vestibular para o curso de arquitetura na UFSC. “Fui trabalhar com eles e desenvolvi o encanto por esta profissão e até certa habilidade pois já tinha alguma bagagem da mecânica para lidar com escalas”, explica.
Jackson se formou em 2011 e ficou sabendo do concurso da universidade. Fez a inscrição para trabalhar como administrador de edifícios. “Foi a vaga mais próxima da minha formação”, comenta. Depois de aprovado no concurso, começou a trabalhar em outubro de 2011. Com quase seis meses trabalhando na UFSC, ele conta que está aprendendo bastante sobre a universidade. “Estou aprendendo a cada dia”, resume.
Depois de passar pela graduação e agora como servidor da universidade, Jackson diz que mudou sua visão sobre a instituição. “Hoje eu posso ver como a UFSC funciona dentro do sistema. Antes a gente via a UFSC como uma salvação, que seria um diploma, um emprego. Sabendo como funciona nos bastidores, vejo com um compromisso maior”, destaca.
Jackson conta que a participação sindical é importante. “É um espaço que temos para colocar seus questionamentos e procurar requerer os direitos porque de forma fragmentada ninguém vai conseguir fazer isso”, diz. Ainda não se filiou ao Sintufsc mas pensa em se filiar. “Não ouvi nada de mal sobre o sindicato”.
O trabalhador quer continuar estudando. Entre concursos e mestrado ele passou no vestibular para o curso de direito em voltará a ser aluno da UFSC neste segundo semestre. “Tenho um compromisso com a arquitetura nos próximos dez anos e depois quero me especializar na área de política urbana”, conclui. “Quero fazer coisas novas. Quando estiver com setenta anos quero olhar para trás e ver que só fez um coisa dá vontade de voltar e viver de novo”, finaliza.

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