Guilherme Rosário Rotulo

guilhermeGuilherme Rosário Rotulo, 33 anos, nasceu na cidade de São Paulo mas passou a infância em Jundiaí. Aos 5 anos de idade mudou-se para Vinhedo, ambas cidades do interior do estado paulista. “Joguei muita bola na rua, brincava de pião, guerrinha de estilingue, brincadeiras de muleque. Se eu morasse na capital seria diferente”, relembra. Estudou em colégios particulares e públicos. Aos doze anos de idade, com o intuito de descobrir o que queria fazer na vida, entrou em uma escolinha de futebol mas um problema no joelho o forçou a largar o esporte. Mas o destino o conduziu para o caminho teatral. “Estudava em uma escola municipal que tinha uma ofi cina de teatro e um amigo me convidou para conhecer e eu fui e gostei”, explica. Depois de impossibilitado de jogar futebol o teatro foi ganhando uma importância maior na vida de Guilherme. “Fui fazer o curso, comecei a conhecer mais e mais pessoas, fazendo teatro. Quando caiu a fi cha eu estava participando de festivais”. Aos 18 anos foi trabalhar no recém inaugurado parque Hopi Hari, onde fi cou por nove meses. Nessa altura já conhecida pessoas ligadas à cultura e artes na cidade. Ingressou na faculdade de administração. Tentou trabalhar com vendas. Ingressou em outra faculdade, de turismo que também não deu certo. “A secretaria de cultura de Vinhedo me chamou para ministrar ofi cinas de teatro pois já havia um grupo de teatro na cidade. Fique três anos fazendo essas ofi cinas”, conta. Depois foi para a capital fazer um curso técnico. Em 2005 veio para Florianópolis para continuar seus estudos no teatro na UDESC. “Fiz cursinho e na metade do ano passeio no vestibular para artes cênicas onde fi quei quatro anos e meio”. Durante a faculdade foi bolsista e estagiou no Sesc Cacupé. Depois de formado trabalhou na rede municipal de ensino e em projetos sócio-educativos. Em junho de 2011 prestou o concurso da UFSC e assumiu o cargo de cenotécnico em setembro. “Fiz o concurso porque em Vinhedo trabalhei em escolas de samba fazendo fantasias e ornamentos para carros alegóricos e gostei dessa parte de cenário. Juntamos uma equipe e fazíamos a decoração das festas da cidade”, conta. “Foi quando tive um contato bem próximo com a cenotécnica, conhecer materiais, qual é melhor para determinados fi ns”, explica. Guilherme conta que no laboratório de iluminação e cenotécnica está constantemente ligado à produção. “O cenógrafo apresenta a ideia para nós, que somos os técnicos, e fazemos o projeto do que vai para o palco”. O trabalhador ainda não se filiou ao Sintufsc mas acompanha as movimentações da categoria junto com os outros dois servidores técnico- -administrativos do departamento de artes. “Aderimos à greve de 2012 mas estamos estudando sobre a fi liação. O Sintufsc é um sindicato atuante, que luta pelos direitos do trabalhador”. Para o futuro, Guilherme pensa em estudar mais, fazer um mestrado. “Quero ficar na universidade. Depois de uma especialização, um mestrado, se abrir um concurso para docência, quem sabe?”, se questiona.

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