Elaine Cristina de Lima

elaineElaine Cristina de Lima é administradora de empresas, formada na UFSC, e trabalha na universidade desde dezembro de 2008. Ela é nativa de Florianópolis,
casada e moradora de São José. Trabalha como assistente em administração na Sinter – Secretaria de Relações Institucionais e Internacionais.
A trabalhadora diz que achou fácil o concurso para universidade e também que teve uma ótima recepção na UFSC quando tomou posse do cargo. Elaine conta que o ambiente de trabalho em seu setor é bastante agradável e bem estruturado. Diz que estranhou um pouco a rotina de trabalho, pois sempre atuou em empresas privadas, onde o ritmo é outro. Ela diz que tem certa dificuldade em agilizar algumas coisas no setor e que a burocracia na instituição pública às vezes faz com que algumas demandas demorem mais para serem realizadas. Mas Elaine está feliz com o trabalho e comenta que se dá muito bem com os colegas do setor. Diz que tem como objetivo trabalhar como administradora mesmo, pois adora o curso que fez e pretende atuar sempre nesta área. Ela já prestou outro concurso na UFSC, para o preenchimento de uma vaga de administradora, mas como teve pouco tempo para se dedicar aos estudos, acabou não indo muito bem. “Se aqui a remuneração fosse melhor e ainda fosse oficializada a jornada de trabalho de seis horas diárias gostaria de ficar”, afirma.
Sobre carga horária de trabalho Elaine entende que as seis horas no setor seriam bem melhor. Ela e outras companheiras já conversaram bastante sobre o assunto e inclusive tiveram algumas idéias de organização no setor, que acredita funcionaria muito bem. Ela explica que o setor tem bastante atendimento externo e uma opção interessante
seria destinar as primeiras horas do dia para organização interna do trabalho. Depois, se abriria para o atendimento, que seguiria até o final da tarde, funcionando inclusive no horário de almoço. Desta forma beneficiaria as pessoas que não podem ir ao setor no horário de aulas e trabalho. Ou seja, o setor funcionaria o dia todo, ininterruptamente,
e atenderia melhor as pessoas. Agora, devido a grande demanda e a falta de trabalhadores, eles tiveram que adotar o fechamento das portas no horário das 12h às 14h, para poder dar conta de todo o serviço. A trabalhadora também acredita que o rendimento dos trabalhadores seria muito melhor, pois eles poderiam atender outras necessidades pessoais, como dedicação à família, estudo e educação dos filhos. Ela comenta que além das oito horas de trabalho na instituição, acaba dedicando muito mais tempo ao serviço, pois tem que se organizar mais cedo para deixar a filha na escolinha e ainda gasta um enorme tempo no trânsito para entrar e sair da ilha. Elaine também conta que o seminário de integração dos novos servidores, promovido pelo Sintufsc foi bem importante para debater a oficialização das seis horas na UFSC e outros temas de interesse da categoria. Ela diz que já tinha contato com a luta dos trabalhadores, pois como estudante da universidade enfrentou alguns momentos de greve, mas o seminário serviu para esclareceu diversas dúvidas que ainda possuía. Quando não está trabalhando Elaine se dedica em primeiro lugar à filha, e está fazendo um curso extracurricular de inglês. Ela ainda pretende fazer especialização e mestrado. “Fiz administração por opção, não por falta dela. Adoro minha área e pretendo
trabalhar como administradora”, afirma com convicção.

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