Alan Lopes dos Santos

alanAlan Lopes dos Santos nasceu em Itajaí mas sempre residiu no município de Governador Celso Ramos. Pelo fato do pai ser trabalhador da pesca Alan morou em centros pesqueiros do litoral, como a cidade de Santos e Itajaí.
Atualmente com 27 anos de idade, estudou o ensino fundamental em Gov. Celso Ramos e o ensino médio no Instituto Estadual de Educação, na capital. “Pela minha estatura alta sempre pratiquei esporte como basquete, remo”, conta.
Depois de concluir o ensino médio, Alan fazia um curso técnico de anatomia e assistia aulas de dissecação de um professor do curso de medicina da UFSC que o convidou para trabalhar no laboratório da universidade. “Os funcionários foram afastados e ele me chamou”, explica
Em 2009, a convite do professor veio prestar serviços no laboratório de anatomia, que estava interditado naquela época. “Fizemos o trabalho para reabri-lo. Limpei, organizei tudo e logo depois abriu o concurso. Havia duas vagas e fiquei em terceiro. Por causa de um erro no edital o concurso ficou parado quase um ano. Fui chamado há quatro meses”, conta da espera para regularizar a situação.
Como servidor da UFSC, Alan está gostando do ambiente e do clima com os colegas. “Na experiência que tive em 2009 eu já gostava e agora está sendo muito bom. Professores e funcionários aqui são muito legais, a relação com as chefias é bem legal”, conta empolgado com a atividade. “Não me vejo fazendo outra coisa a não ser trabalhando com anatomia”.
Mexer com cadáver coloca medo em muita gente mas para Alan é mais tranqüilo. “As pessoas sempre perguntam se tenho medo ou nojo. Eu tenho mais medo de quem está vivo e o nojo, depois de um tempo a gente acostuma”, explica. “No ensino médio fiz um estágio em uma empresa que prestava serviço para o IML, vivia lá. Sempre gostei da área de saúde”, revela.
Para o futuro, o trabalhador tem o objetivo de fazer um curso de graduação, na área de ciências biológicas e também, junto com os colegas, transformar o laboratório da UFSC em referência nacional. “Até no Estado quando se fala em laboratório de anatomia nós não somos lembrados”.
Alan se filiou no sindicato recentemente, logo após o término da greve, após observar as lutas da categoria. “É importante a classe trabalhadora estar unida e a nossa voz é representada através do sindicato. Uma andorinha só não faz verão”, conta que participou de algumas assembleias mesmo não sendo filiado ainda.

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