Jonas Goldoni

jonasJonas Goldoni, 29 anos de idade, é natural de Foz do Iguaçu onde viveu a infância e adolescência. É filho de barrageiro. “Meu pai foi morar em Foz do Iguaçu na época da construção da usina, assim como 70% da população”. Aos 18 anos passou no vestibular e foi fazer faculdade em uma cidade próxima, Santa Helena, vizinha ao reservatório da usina de Itaipu.
Cursou ciências biológicas na Unoeste entre 2002 e 2005 e depois voltou para a cidade natal. O interesse pela área da biologia vem desde a infância. “Eu participava do clube de desbravadores, parecido com os escoteiros. Sempre gostei de animais, plantas, gostava de acampar também. Tinha curiosidade, interesse nessa área. Acabei gostando do curso”.
Depois de concluir a faculdade, em 2005, fez um estágio na usina de Itaipu, na divisão de meio ambiente. Por conta do mercado de trabalho restrito, Jonas foi parar na sala de aula. Trabalhou em escolas da rede pública e também particulares. “Dei aula em um colégio árabe. Foz do Iguaçu é legal por esse contato com gente diferente. Tive contato com a cultura árabe e foi bem bacana”.
O trabalhador conta que a experiência de lecionar foi boa mas desgastante. “Devido a correia do cotidiano, os pais acabam terceirizando a educação dos filhos. Se fosse só fazer o trabalho de dar aula seria muito bom mas tinha que dar aula, ser psicólogo, ser pai, ser diretor… Tem uma série de atividades juntas. Por conta disso fui buscar os concursos”.
Jonas tentou alguns concursos. Passou em uma universidade nova em Foz do Iguaçu mas não deu certo e tentou na UFSC em 2011 onde conseguiu. Começou a trabalhar no biotério em outubro do mesmo ano. “Minha esposa é servidora da UFPR na cidade de Palotina e com a minha vinda pra Florianópolis estamos nos adaptando”. Conta que já entrou com processo de transferência para a UFFS, em Chapecó. “Nós dois estamos aguardando a transferência”.
Sobre o trabalho no setor, Jonas conta que sempre gostou dessa atividade. Ele é o responsável pela produção de animais (ratos, camundongos e cães) para os setores que trabalham com pesquisas na universidade. “Durante a graduação trabalhei com roedores então não tive dificuldade em aprender o trabalho. Não trocaria esse trabalho por nada que já fiz”. Ele conta que atualmente houve uma redução nessa atividade por pressão de ONGs. “Existe uma comissão de ética na universidade que controla o uso de animais para pesquisas”, explica.
Sobre o sindicato ele conta que vem acompanhando de perto as atividades mas ainda não se filiou. “Participei das reuniões durante a greve, dos debates, acompanho as novidades, as informações sobre a categoria. O sindicato faz um papel importante na defesa dos direitos da categoria”.
Nas horas de lazer o trabalhador gosta de atividades ao ar livre. “Gosto de pedalar. É meu meio de transporte e também atividade de lazer. Nos finais de semana faço trilhas, caminhadas. Vou para a praia somente quando minha esposa ou parentes vem me visitar”.
Para o futuro Jonas tem planos de continuar estudando. “Penso em fazer um mestrado. Talvez na área de educação ambiental ou bioenergia, que gosto bastante. Também aproveitar oportunidades em concursos que possam surgir seja aqui na UFSC ou em outros campis”.

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